Morte, Transcendência e Arquitetura: Crematório e Jardim Memorial em Florianopólis
Apresentação
Morte, Transcendência e Arquitetura: Crematório e Jardim Memorial em Florianopólis tem como objetivo investigar o impacto da arquitetura no processo de luto, buscando repensar a relação entre morte e arquitetura, e como esta pode ser um meio para lidar e encarar a finitude da vida. Baseando-se nos princípios de transcendentalidade, sensorialidade e visões contemporâneas de luto, o projeto busca criar um dialógo entre a morte e a arquitetura da morte, propondo uma experiência sensorial e transcendental - como promovem os edifícios religiosos - nos enlutados, de modo que tenham uma participação ativa e mais saudável no processo de luto e contato com a morte. O projeto proposto une vida-morte-arquitetura-natureza em um grande complexo que responde às necessidades ritualísticas e de pertencimento ao Cosmos do ser humano; com base no conceito de habitar de Heidegger, qualidades atmosféricas da arquitetura descritas por Peter Zumthor e a possibilidade de encontro com o Outro por meio de uma arquitetura contemplativa de Lindsay Jones.
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